30 Setembro, 2011

Mui Ne, uma vila de pescadores no Sul do Vietnã


Vila de pescadores

Entre a vila de pescadores de Mui Ne e a cidade de Phan Thiet, há 11 km de praias, acompanhada pela rodovia Rte 750 (também chamada de Nguyen Dinh Chieu), que é onde tudo acontece, cheia restaurantes, bares, lojinhas, hotel, pousadas e resorts enormes, muitos feitos para receber os muitos Russos e Chineses, que aqui vem.
Paramos aqui, porque está no meio do caminho de Ho Chi Min para Dalat ou para Nha Trang, assim a viagem não ficou tão longa, queriamos fazer tranquilo, porque tínhamos tempo. Mas é um destino dispensável, caso tenha poucos dias no Vietnã.
O que fazer por aqui
- Praia, não é maravilhosa, nem é a melhor praia do Vietnã, mas é decente, com areia fina e praia longa. Passar ou não o dia nela, vai depender da sua necessidade de praia.
- Passear pelas dunas de areia branca e vermelha. É o atrativo principal. Compramos um tour de 4 horas, que incluia visitar: a vila de pescadores, uma duna de areia branca e outra vermelha e uma cachoeira bem mais ou menos. O mais legal foi que fizemos o tour a bordo de um jipe usado durante a guerra! Compramos o tour no hotel, custou U$30 pelo jipe, para 4 pessoas.

Dormir
O melhor é ficar ao longo da rodovia Nguyen Dinh Chieu em Mui Be (Rte 706) ou em Phan Thiet, se não quiser ficar perto da praia e preferir ficar na cidade. A rodovia Nguyen Dinh Chieu é cheia de resorts de frente para o mar, hotéis, pousadas, restaurantes e lojinhas, e o legal dali é que está na praia e para ir as dunas, de qualquer maneira terá que pegar um transporte.

Dormimos no...
Song Huong Hotel, ficamos aqui e super recomendamos. Os quartos são ótimos, grandes, limpos e tudo super novinho. E ainda de frente para a praia. A gerente Nguyen é super atenciosa, faz as reservas para quem comprou o Open Bus e nos ajudou em tudo que precisamos. Vendem passagens de ônibus e os tours para as dumas.
A diária custou U$12, em quarto com banheiro, água quente, Wi-Fi no quarto e A/C. Chegamos sem reserva e foi tranquilo, mas era Setembro, baixa temporada.
Fica na rodovia Rte 706 (Nguyen Dinh Chieu).
Dica: Os ônibus que vem de Ho Chi Min ou Dalat ou Nha Tran, passam por ali. O Song Huong Hotel fica no 241 da rodovia Nguyen Dinh Chieu, como referência é na frente do Dynasty Resort!
 
De onde viemos e para onde fomos depois...
Viemos de Ho Chi Minh, foram 6 horas de viagem e a passagem custou U$6.
Depois fomos para Dalat, em uma viagem de apenas 4 horas, mas em uma van horrível. Evite ao máximo ir de van, prefira ir de ônibus. De manhã só tem van, mas às 13h00 tem um ônibus. A passagem custa U$6.

28 Setembro, 2011

A vida no Delta do Rio Mekong, Vietnã

Acordamos às 6h30 para visitar o mercado flutuante Cai Rang, o mais animado do Delta, tem que ser visitado bem cedo. Depois das 10h00 o movimento termina, pois o sol é muito forte.


Com suas águas barrentas, o rio Mekong, percorre 4.500 km, por 6 países. Nasce no Tibet, passa pela China, Myanmar, Laos, Tailândia, corta todo o Cambodia e no extremo sul do Vietnã se divide em vários canais, criando o gigante e cheio de vida, Delta do Rio Mekong. E é aqui, no Vietnã que termina o seu trajeto, desembocando em 9 pontos diferentes no mar do Sul da China.
Se você estiver em Ho Chi Minh, aproveite para fazer esse passeio. Para nós foi um dos pontos fortes do Vietnã.

A região ainda conta história da guerra...
Foi nesta região, que a guerra do Vietnã mais se concentrou. E uma cena que nos impressionou bastante, foi a enorme quantidade de túmulos no meio dos arrozais pelo caminho. O ônibus ia andando e era possível imaginar a quantidade de pessoas que morreram na guerra, naquele lugar.

Como ir
A maneira mais fácil e barato de conhecer o Delta do Mekong é comprando um dos tours que as agências de viagem de Ho Chi Minh oferecem, vimos 6 diferentes passeios sendo vendido para o delta do Mekong. Escolhemos um de 2 dias,  dormindo na cidade de Cantho,  para podermos estar logo cedo no maior e mais animado mercado flutuante do Delta, mercado de Cai Rang, que funciona apenas pela manhã.
Dica: O melhor trecho do Delta Mecong é ao sul do Vietnã, portanto se estiver no Cambodia o melhor é vir direto para Ho Chi Minh e fazer o passeio apartir daqui, é mais barato e mais bonito.

Funciona assim...
Saimos de Ho Chi Minh de ônibus ás 8h30, fomos para a cidade de My Tho (2 horas de viagem), lá passamos o dia fazendo vários passeios de barco, foram barquinhos, barcões, barco a remo... almoços ali e por volta das 15h00, fomos para Cantho ( mais 2h30 de viagem), dormimos lá e no outro dia, saimos cedinho para o Cai Rang Floating Market, depois durante todo o dia, mais passeios em barquinho e a tarde voltamos para Ho Chi Minh. Foi perfeito, muito organizado e com super aproveitamento. Recomendamos fortemente o passeio de 2 dias.

Quem vende o passeio em Ho Chi Minh
Compramos no hotel, mas quem realizou o passeio foi a Tuan Travel, fica na 32, Bui Vien Street. Email: nguyenvantuan@yahoo.com. Custa U$19 por pessoa, incluindo almoço no primeiro dia, hospedagem e café da manhã.
Dicas:
- Tem passeios de vários preços. No mesmo ônibus, junto com a gente, no mesmo programa, haviam pessoas que pagaram diferentes preços e até absurdos como U$75 por pessoa, para fazer exatamente o mesmo passeio e junto com nós. Então pesquise, se não quiser pagar mais.
- Quem quiser, tem a possibilidade de pagar mais U$5 para jantar e dormir na casa de locais, chamam de home stay. Quem foi gostou. Nós dormimos no hotel, achamos que é mais confortável.

Siga @viagemafora no Twitter

27 Setembro, 2011

Ho Chi Minh, a antiga Saigon, no Vietnã

Catedral de Notre Dame
 Central Post Office
 Nhà Hàng Ngon Restaurante

Ho Chi Minh, a antiga Saigon, é a maior e mais desenvolvida cidade do Vietnã. Não espere encontrar uma cidade espetacular ou charmosa, mas é bacana, mesmo sendo enorme, com 5,4 milhões de habitantes, um trânsito absurdo de motos e poucos atrativos “uau”.
A cidade e a região guarda ainda marcas e histórias de uma guerra recente. Foi aqui, na parte sul do país, que aconteceu a Guerra do Vietnã entre 1959 à 1975.
Além de ser interessante passar uns 2 dias na cidade, é dali que parte, a imperdível trip para o Delta do rio Mekong. Aproveite!
Onde ir na cidade
- Ben Thanh Market, é o mercado central, vendem de tudo, roupas, artesanato... E se você é daqueles que come de tudo, ali tem várias baraquinhas de comida, com banquinhos de plástico minúsculo para sentar, quase sentando no chão, com comidas até atraentes, mas declinamos!
- No centro histórico, em torno da Catedral, Central Post Office e do Ópera tem muitos restaurantes, cafés e lojas descoladas. Explore a pé o quadrilátero das ruas Pasteur, Nguyen Thi Minh Khai, Dong Khoi é uma delicia caminhar a toa por ali.
- Palácio da Reunificação, o Reunification Palace, lá está a sala onde foi assinado a rendição de Saigon e a reunificação do sul e norte do Vietnã, depois que o Estados Unidos deixou o país, marcando oficialmente o final da guerra, em 1975.
Está aberto das 7h30 ás 11h00 e das 13h00 ás 16h00 e a entrada custa 30.000VND (U$1,50). www.dinhdoclap.gov.vn
- Museu dos Remanescentes da Guerra.
Passeios na região, que partem de Ho Chi Minh
- Delta do rio Mekong
- Cu Chi Tunnels, sâo os túneis que os Viet Cong (guerrilheiros do Vietnã do norte) usaram para acessar e controlar uma grande área rural, a apenas 30 km de distância de Saigon. Hoje é possível visitar para deles.

Dormir
Ficamos próximo a rua Bui Vien, no distrito 1, chamado também de “backpackers area”, apesar de ser a região que concentra todos os tipos de turistas. O bom de ficar ali, é que tem tudo que nós turistas precisamos! É facil de chegar e sair, é onde param os ônibus que vem do Cambodia ou mesmo do Vietnã, tem todas as informações que precisamos para viajar pelo Vietnã, agências que vendem os passeios, restaurantes, mercadinhos, restaurantes, Pizza Hut e um monte de guest houses com Wi-Fi. Dali dá para ir a pé aos atrativos, em menos de 30 minutos de caminhada.
O bom daqui também é que falam um pouco de inglês, encontramos pessoas que ficaram em regiões fora daqui e não gostou porque ninguém falava inglês e só tinham asiáticos hospedados lá. 
Ali, não faltam opções de hotéis e guest houses!
Nos ficamos no ...
LY Guest House, 24B, Alley 84 na altura do 84 da Bui Vien Street. A diária custou U$12, em quarto super espaçoso, muito limpo e com Wi-Fi gratuito. É da mesma família proprietária do 96 Guest House, e a Proprietária Hanh, fica no 96 Guest House, fala inglês e nos ajudou em tudo que precisamos de informação. Email: hanhbtx@yahoo.com


Comer
A nossa sugestão de restaurante ali é o Nhà Hàng Ngon, na rua Pasteur, 160. Cozinha Vietnamita, é cheio de estrangeiros e muitos locais. Experimente o Bánh Hoi Chao Tôm Cuôn Bánh Tráng, é uma massa de camarão envolvida na cana de açucar e junto acompanha folhas de arroz, para fazer uns rolinhos com legumes, passando em um molhinho delicioso de pimenta adocicado! E o Cha Giò, é um fried spring rolls com ervas e molho de peixe. 
    
Táxis confiáveis em HCMC
É impressionante a esperteza do vietnamita, adulteram até os taxímetros para rodarem em alta velocidade... O melhor é pegar táxis confiáveis ou caso contrário se você já tiver uma idéia do preço da corrida (pergunte no hotel) negocie antes.
Os táxis Vinasun são mais “confiáveis”.
O nosso caminho, de onde viemos e para onde fomos depois...
Viemos de Phnom Phen, foram 6 horas de viagem de ônibus e custou U$8,00. Não tivemos nenhum problema para atravessar a fronteira por terra entre Cambodia e Vietnã e já tínhamos o visto. O visto para o Vietnã, tem que ser pego antes, pelo caminho (é até melhor e mais barato pegar no Cambodia) ou se for no Brasil enviar os documentos para Brasilia, não tem visto na chegada (visa on arrival). 
E depois fomos para Mui Ne, de ônibus, foram 6 horas de viagem, a estrada é asfaltada e boa para padrões asiáticos. A passagem custou U$5.
Dica: nós fomos com a empresa de ônibus chamada Hanh Café, além de ter péssima qualidade, não é segura, foi roubado de dentro do ônibus, a câmera e lap top, de dentro da mochila de um turista! Então não compre passagens com ela de jeito nenhum, pelo menos no seat bus, onde vão muitos locais, o sleeper bus é mais turístico e talvez seja melhor! Sugerimos a empresa de ônibus chamada Puta-Phuong Trang Group, que usamos em outros trechos e foi boa.
O preço das coisas por aqui...
...os mais baratos na Ásia 

- 1 cerveja Saigon = 10.000VND /U$0,50
- 1 chopp = 5.000VND/ U$0,25
- 1 quarto em uma Guest House, com banheiro, água quente, A/C, Wi-Fi gratuito no quarto, sem café da manhã = 250.000VND/ U$12
- 1 chapéu de cone Vietnamita = 17.000VND/ U$0,82
- 45 minutos de massagem nos pés = 70.000VND/ U$3,20


Siga @viagemafora no Twitter

22 Setembro, 2011

Phnom Penh, a capital do Cambodia

Ahhh, os monges, sempre cruzando o nosso caminho!!!
Imperial Palace
Central Market
Um abacaxi inteiro, fatiado e docinho por U$0,50, ao lado do Central Market

Com 1,5 milhão de habitantes, avenidas largas, aqui em Phnom Penh, dá para perceber claramente o país sendo reconstruído e desenvolvendo em ritmo acelerado. Foi aqui também que sentimos a alma do Cambodia, a simpatia e a vontade de crescer dos Cambojanos.
Nos lembrou um pouco a Tailândia quando estivemos lá pela primeira vez em 96.
Se Phnom Penh estiver no seu caminho, vale parar pelo menos por um dia inteiro, ficamos dois dias e gostamos muito, tivemos uma agradável surpresa com esta cidade!!

Um pouquinho da história local...
Entre 1975 e 1979, o Cambodia, foi governado pelo grupo local chamado Khmer Vermelho, o Khmer Rouge, que estabeleceu um verdadeiro regime de terror no país e por 5 anos, foi responsável pelo genocídio de por volta de 1 e 3 milhões de pessoas, isso significava na época cerca de 30% da população.
Quando Pol Pot, o líder do Khmer Vermelho tomou o poder, o dinheiro foi abolido, as cidades foram evacuadas e as pessoas que tinham mais conhecimento ou educação foram executadas, o restante da população foi obrigada ir para a zona rural e a cidade virou praticamente uma cidade fantasma, com apenas 40 mil habitantes e ele chamou o ano de 1975 de ano “Zero”, determinou que nada existia dali para trás.

Se quiser entender a história...
Visite
- S-21, Museu Tuel Slang, o Museu do Genocídio
Ali era uma escola antes de ser transforma no quartel-general do Khmer Vermelho. É uma visita chocante, mostra tudo. Você pode visitar os quartos e as camas de ferro e outros instrumentos usados para a tortura e ainda ver fotos de prisioneiros expostas nas paredes.
Custa U$2,50 para ir de tuk tuk.

- Campo de concentração, os killing fields Choeung Ek
Esse é apenas um dos lugares onde Pol Pot, levava os prisioneiros da S-21. É outra visita impactante. Está a 15km de Phnom Penh. Vá de tuk tuk, custa U$10 ida e volta. 

Outros atrativos
- Royal Palace e Silver Pagoda, é uma cópia do Palácio Real de Bangkok, só que menor. A entrada custa U$3 + U$2 para câmera. É aberto das 7h30 ás 11h00 e das 14h00 das 17h00.

- Museu Nacional

Dormir
O melhor é se hospedar, próximo a avenida Sisowath Quay (lado do rio Mekong) e ao templo Wat Phnom, ali na região não faltam ofertas de guest houses e hotéis. A região é cheia de restaurantes e pronta para o turismo. Nós chegamos sem reserva e foi fácil, mas chegue com o endereço de algum que pesquisou e gostou.

- Ficamos na Me Mates Place, perto da avenida principal, bem arrumadinha e muito confortável. Diárias a partir U$18, com A/C, água quente, frigo bar, televisão e Wi-Fi. Estão no Hostelworld, mas conseguimos um preço melhor no Balcão, lá na hora.

Comer
- The Blue Pumpkim, ótima opção na cidade e ainda com Wi-Fi grátis.
Nossas sugestões: Shake de manga com coco (U$2), quiche de queijo com presunto (U$2,50) e amok fish ravioli (U$4,50). Também tem bons hamburgers e café da manhã. Tudo ali é muito bom! Na avenida Sisowath Quay. Funciona das 6h00 ás 23h00.

- KWest, está em uma esquina na avenida Sisowath Quay, ao lado do Templo Wat Onalom. É ótimo!

* Veja outras sugestões de restaurantes aqui no TripAdvisor.

Compras...
- Central Market, tem de tudo, especialmente umas carteiras de seda super charmosas, que você encontrará só no Cambodia, por U$3. Pechinche, tudo ali, sempre sai pela metade do preço inicial!
Dicas:
Nas ruas laterais do Central Market, tem vários achados, barracas com roupas legais pela pechincha de U$5. Se você gosta de garimpar como nós, vale um passada lá.
Ali ao lado também tem o Sorya Shopping Center. O shopping não é nada demais, mas a dica é: no térreo tem um ótimo supermercado, onde você encontrará de tudo, até queijos President! Está a um quarteirão do Central Market.

- Nigth Market, funciona só as Sextas, Sábados e Domingos, das 17h00 ás 23h00. Fica ao lado da avenida do rio, no meio das guest houses.

- Russian Market, ali vende de tudo e mais um pouco, é um dos melhores mercados da cidade, ali algumas coisas são mais baratos do que no mercado Central.
É um pouquinho afastado do centro. Custa U$3 para ir de tuk tuk. 
Abre das 6h30 às 17h30

- Orussey Market, é mais um mercado, cuidado para não confundir ele com o Russian Market.

Um overview da cidade, em um passeio noturno de tuk tuk!
O nosso roteiro...
Pegue um tuk tuk a noite e dê uma volta pela cidade. Vá pela avenida que margeia o rio, passando pelo Royal Palace, Independence Monument, depois passe na super agitada 51 street, depois pelo Central Market e volte passando no Wat Phnom. É muito bom ver a cidade calma de trânsito, mas pulsante e moderna. O legal é que dá para perceber que não é só um pedacinho da cidade para turista ver, que esta arrumada e bonita, fora desse circuto turístico também esta muito bem cuidada e gostosa! O tuk tuk nos cobrou por esse tour U$7.

De onde viemos...
De Siem Reap, foram 6 horas de viagem de ônibus, com ar condicionado, bem confortável, entrada asfaltada e muito boa, no ônibus só tinham estrangeiros e a viagem foi super tranquila. A passagem custa U$ 6,00 e compramos no hotel em Siem Reap, todos os hotéis vendem. Recomendamos.

Para onde vamos...
Para Ho Chi Min, a antiga Saigon, no Vietnã. São 6 horas de ônibus e custa U$8,00. Não tivemos nenhum problema para atravessar a fronteira por terra entre Cambodia e Vietnã e já tínhamos o visto. O visto para o Vietnã, tem que ser pego antes, pelo caminho ou se for no Brasil enviar os documentos para Brasilia, não tem visto na chegada (visa on arrival). 


Onde comprar passagens para seguir viagem de ônibus, partindo de Phnom Penh
Tem várias agências na rua 106 e na Sisowath Quay (avenida que margeia o rio).
Compramos nossa passagem de Phnom Penh para Ho chi min com na agência  CTT Net Travel & Tours, na 223Eo, Sisowat Quay. Email: ctt_travel@online.com.kh, eles tem escritório também em Siem Reap.
Eles e várias outras agências na Sisowat Quay, fazem o visto para o Vietnã. Custa: visto para 15 dias = U$35, visto para 30 dias = U$37, ficando pronto em 2 dias ou U$42 para pegar o visto no mesmo dia.
Nós fizemos o nosso no consulado na Tailândia e nos custou muito mais, pagamos U$59, pelo visto de 1 entrada, para 30 dias, para ficar pronto em 2 dias e no Brasil custa U$68, para visto de 1 entrada, para 30 dias e ainda você tem que mandar seus documentos para Brasília (embavina@yahoo.com). Se você passar pelo Cambodia antes, pegue o seu visto do Vietnã por aqui é muito melhor!

Dicas
- Um tuk tuk, para passear com você o dia todo, custa U$20.
- A cidade está bem arrumada e é gostoso passear à toa pela avenida Sisowath Quay que margeia o rio Mekong, ali é cheio de restaurantes bacanas, guest houses, agências turísticas e lojinhas.

18 Setembro, 2011

Siem Reap e os templos de Angkor, no Cambodia

O incrível templo Bayon e suas faces

Tha Phrom


Banteay Srei



A cidade de Siem Reap é pequena, charmosa, gostosa e serve de base para visitar o Parque Arqueológico de Angkor, um impressionante complexo com vários templos milenares. A 7 km de distância de Angkor, Siem Reap é uma cidade super preparada para o turismo, ou seja foi transformada pelo e para o turismo, então não espere conhecer aqui, o verdadeiro Cambodia, o objetivo aqui é conhecer Angkor.

Os Templos de Angkor...
O complexo de Angkor foi erguido entre os séculos 9 e 13, quando a cidade era a capital do império Khmer. No século 15, quando a capital se mudou para Phnom Penh e a região ficou abandonada. Hoje os templos estão no meio de um grande parque, cercado de muito verde. É impressionante pela concentração e quantidade de templos milenares juntos, é grandioso! Nunca vimos nada igual! Imperdível!

Como ir até eles...
Não precisa se preocupar com isso, a oferta de tuk tuks é enorme, basta colocar o pé fora do hotel e lá estará um esperando por você. Também dá para ir de táxi, van ou bicicleta. Se preferir, solicite o transporte no hotel.
Nós fizemos tudo de tuk tuk, até os templos mais distantes, foi ótimo, uma delícia! Recomendamos! Mas deixe muito claro e combinado com o motorista, onde você quer ir, quais templos em que quer parar, o que você quer ver e se não quiser ir em lojas, combine também. Ás vezes te levam em lojas onde ganham comissões. 
Não precisa contratar passeios antes de vir, é muito fácil visitar os templos e aqui é lotado de ofertas de transportes, guias e tudo que você precisa. Aqui é muito fácil fazer turismo, está tudo pronto, arrumadinho. É facinho, facinho! 
Não é necessário contratar guia para conhecer os templos, basta ter um bom livro/guia e pegar um tuk tuk. é simples assim e tudo acontece perfeitamente. Mais do que isso, só vai depender dos seus desejos. 

*A Dri Setti, do Achados, tem um post, sobre todos os meios de transportes para visitar Angkor, com suas vantagens e desvantagens.

Os nossos templos que mais gostamos
- Tha Phrom, é a imagem mais conhecida do complexo de Angkor, são as arvores engolindo os templos, foi ali que foi filmado várias cenas do filme Tomb Raider.
- Bayon, fica no complexo de Angkor Thom, o templo é lindo tem quatro faces esculpidas nas torres
- Banteay Srei, é também conhecido como “cidade das mulheres” é longe, está a 37 km de distância, mas vale muito ir. É diferente dos outros, na cor e na conservação, é quase tudo original com pouquíssima restauranção. E também o mais rico em detalhes comparada com os outros.
- Angkor Wat, é bonito pelo seu tamanho, é enorme.

Quando custa para visitar o complexo e o transporte

O Ticket...
O ticket que dá direito a entrar em todos os templos de Angkor, custa: U$20 para 1 dia, U$40 para 3 dias e U$60 para 7 dias.
A bilheteria abre das 4h30 as 17h30.
Ticket comprado depois das 16h45 vale também para o outro dia.
Importante:
Leve uma foto 3X4, se você for comprar o ticket para 3 dias ou 1 semana, é obrigatório para colar no ticket. Para ticket de 1 dia, não precisa levar foto, eles tiram a foto digital na hora e de graça para colocar no ticket. Site: www.autoriteapsara.org

Vista panorâmica, a partir do balão...
Custa U$15 por 1 hora. Mas ele não sobrevoa, fica amarrado e só vale para ter um vista área.

O transporte para ir...
- De tuk tuk: Cobram U$12 por dia, para ir aos templos mais próximos, que eles chamam de “Small Tour”. E U$18 por dia, para ir aos mais distantes, o “Big Tour”.
Veja nesse mapa como é o complexo de Angkor. 
*Na linha vermelha está o small tour, dos templos mais pertos e a linha verde + vermelha, é o big tour, incluindo também os templos mais distantes.
- Táxi: Carro com a/c e motorista por 1 dia, custa U$45.

Se você quiser contratar um guia ...
A Mirella, do Mikix indica o Sim, guia que ela contratou e recomenda veja aqui. A Lu Malheiros, do Dividindo a bagagem, também contratou o Sim, o mesmo guia da Mirella e escreveu sobre a experiência dela aqui. A Carina do @senzatia, também teve a sua experiência com o Sim.

O tour que fizemos
Contratamos um tuk tuk, compramos o ticket de 1 dia e visitamos o “Small Tour” completo e acrescentamos o templo Banteay Srei (cidade das mulheres), que é longe e ainda na volta conhecemos o museu das minas terrestres. O tuk tuk custou U$20.
Para nós 1 dia de visita aos templos, foi o suficiente, mas depende do interesse de cada um. 

O nosso motorista de tuk tuk...
Foi ótimo, honestíssimo, super atencioso e discreto, explicava várias coisas pelo caminho, super recomendamos. O nome dele é Nam Khom - Tel:017761258 / 0975343199

Hotel
Prefira se hospedar na região do Night Market e da Pub Street, no centro de Siem Reap, pois o que tem para fazer a noite está concentrado ali. A noite o melhor é estar no centro.  
Não fique próximo ao aeroporto ou a estrada para Angkor, não há nenhum atrativo por ali, você estará longe e terá que pegar tuk tuk para ir ao centro.

Aqui vão boas sugestões, todos no centro na cidade e muito bem localizados:
Se hospedando por U$10
- Sun Sengky (15, Sivatha Street, tel. 855/6396-4034), básica, muito confortável e limpa. Double room, com banheiro privado, água quente, ventilador, Wi-Fi no quarto, pela bagatela de U$10. Quartos com ventilador e água fria, custam U$8 e quartos com água quente e A/C, custam U$15. Não tem piscina e não tem café da manhã. Ficamos aqui e recomendamos!

Se hospedando por U$20
- The Villa Siem Reap, é muito confortável, bonito e super charmoso. Não tem piscina. Uma excelente opção e continua barato.
The Siem Reap Hostel, tem piscina e é muito confortável. 

Pagando mais e dormindo com charme
Hotel La Paix, é lindo e com diárias a partir de U$225 com taxas inclusas. Tem que reservar com antecedência, ele é bem concorrido.
- Bopha Angkor diárias a partir de U$50, com café da manhã incluso. Entre 1 de Abril e 31 de Outubro, eles uma promocão de “Stay 3 nights Pay 2 Nights”.
- Frangipani Hotel, diárias a partir de U$40 com café da manhã incluso.

Dicas
- Vale ler sempre os reviews dos hotéis no Trip Advisor, ajuda muito.
Para fugir dos milhares de tuk tuk que querem levar comissão do seu hotel, o melhor e dizer que já tem reserva e já pagou.


Comer
No centro de Siem Reap e mais especificamente na região da Pub Street, tem muitas opções de bares e restaurantes, com Wi-Fi gratuito. Mas aqui vão algumas dicas:
- O restaurante Cambodian BBQ, na Pub Street, o churrasco cambojano, que você mesmo cozinha, no vapor, as carnes mais exóticas do mundo e também as comuns, como boi e frango. Uma delicia!
- Café de la paix, ao lado do Hotel La Paix, tem ótimas saladas, comidinhas e é uma graça.
- O Blue Pumpkin, uma deli de dono Francês, que tem pães, quiches, mas também serve refeições e tem Wi-Fi gratuito.
- Não deixe de experimentar a cerveja local, a “Angkor”.

Compras
Tudo se concentra no centro na cidade...
- Night market, é uma das atrações a noite por aqui. Como em todos os mercados do Sudeste Asiático, tem muita roupa e acessórios. Destaque para as lindas carteiras de seda, que você só encontrará no Cambodia. 
- Old market, é no centro da cidade, ali vende de tudo para locais e turistas, de roupas e sapatos, a peixes, verduras e galinhas vivas para serem mortas na hora que o cliente comprar. É legal ver a mistura de locais com turistas.
- As ruas do centrinho, também são cheias de lojinhas, com artigos de decoração, por sinal tem estatuas de budas super lindas, de muito bom gosto, que depois não vimos em nenhum outro lugar!
*Nos mercados, sempre negocie os preços, sempre pedem o dobro do valor que realmente custa. Achamos as coisas aqui no Cambodia, mais barato que em Bangkok.

Quando vir
Novembro a Fevereiro, é a melhor época para vir, quando faz menos calor e não chove.
Fevereiro a Junho, são os meses mais quentes e o tempo é seco.
Julho, Agosto, Setembro e Outubro, são meses de muita chuva, é baixa temporada, tem menos turistas e os hotéis são mais barato. Nós fomos no começo de Setembro, estava muito tranquilo, tempo mais fresco, sem poeira, menos turistas, os hotéis estavam baratos, chovia só na parte da tarde, depois das 16h00 e não atrapalhou em nada nossos passeios. Mas tiveram as desvantagens: não vimos nem o nascer e nem o pôr do sol, porque o tempo era nublado e o pior, quando chovia era muito e o rio Siem Reap River, que fica no meio do centro da cidade e na frente de vários hotéis legais, transbordou e alagou toda cidade que ficou um verdadeiro rio, não conseguíamos sair do hotel se não fosse de tuk tuk ou com água até perto do joelho, e dizeram que ia ficar daquele jeito por uns 10 dias. Então, mesmo com todas as vantagens que essa época oferece, a questão do alagamento nos assustou e não recomendamos! 

*Evite vir Sexta, Sábado e Domingo, que é quando os turistas asiáticos invadem a cidade, mas se não tiver jeito, tudo bem. Nós viemos no final de semana, não foi nada que atrapalhou, mas fica muito cheio, e ainda era na baixa temporada. Mas evite de verdade, os feriados chineses

Quantos dias ficar aqui
- 1 dia inteiro é corrido, mas é possível conhecer a maioria dos templos, caso você não tenha muito tempo...
- 2 dias são suficientes: um dia para ir aos templos e outro para descansar um pouco na cidade que é gostosa.
- 3 dias é uma boa opção para fazer tudo com mais calma: um dia ir aos templos mais distantes, outro para ir aos templos menores e mais próximos e outro dia para ficar à toa na cidade.
Mas tudo depende do seu interesse, para quem ama arqueologia, pode ficar lá uma semana. 

Dicas
- O melhor é ir bem cedo para Angkor. Das 11h00 às 15h00, o calor é terrível.
- Comece pelos mais distantes, deixando os mais famosos por último.
- Quando visitar os templos, vá de tennis, leve um chapéu, protetor solar e água.
- Lavar roupa aqui é barato, custa cerca de U$2 o Kilo.
- Não esqueça de levar um bom repelente, o Cambodia tem focos de malária.
- Ir bermudas e regatas não tem problemas para entrar nos templos. Mas com shorts muito curtos, não deixam entrar em Angkor Wat.
- Veja o nascer do sol em Angkor Wat, dizem que é lindo e mais tranquilo do que o pôr do sol. O Angkor Wat abre às 4h30.
- Tudo aqui é pago em dólar, no supermercado, restaurantes, hotéis, tuk tuk... até nos caixas ATM o saque é em dolar. Não é preciso ter a moeda local, o riel. Ás vezes dão o troco em riel. O rate é: 4000 riel = 1 dolar. 
- A noite o que tem para fazer é passear pelo night market, escolher um restaurante ou café na região da Pub Street ou nos charmosos hotéis, ir as lojinhas de artesanato local e aproveitar para descansar.

De onde viemos e para onde vamos
Viemos de Bangkok, foram 6 horas de viagem de ônibus, foi tranquilo e faríamos novamente. O transporte nos custou U$20. Leia Aqui.
Daqui vamos para Phnom Penh, a capital do Cambodia, de ônibus, são 6 horas de viagem e a passagem custa U$6.

Links
Canby Publications, vale dar uma olhada tem muitas informações.

15 Setembro, 2011

Quer ir de ônibus de Bangkok para Siem Reap, no Cambodia? Saiba como...

É fato e comum, ser um pesadelo ir de ônibus de Bangkok para Siem Reap, no Cambodia. Mas é possível ter uma viagem tranquila, se souber se livrar dos golpes que tem pelo caminho e é fácil, basta saber o que acontece, para evitá-los. Vivemos e repassamos...

5 maneiras de ir de ônibus de Bangkok para Siem Riep

1) De minibus até a fronteira + ônibus depois da fronteira até Siem Reap, comprando em agências.
Tempo de viagem: 9 horas
Quanto custa: Entre 400 ฿/ U$12,30 e 500 ฿/ U$16,60.
Desvantagem: Os ônibus depois da fronteira demoram a chegar, propositalmente, para chegarem tarde em Siem Reap. Chegando lá param na estação e os tuk tuk te levam para hotéis em que eles ganham comissão, você está cansado e aceita o hotel que ele te oferece. Isso acontece sempre!
Vantagem: Só a de pagar mais barato, mas o perrengue de uma viagem longa e o stress não compensa.

2) De minibus até a fronteira + táxi para 4 pessoas depois da fronteira até Siem Reap, comprando em agências.
Tempo de viagem: 6 horas de viagem
Quanto custa: 800 ฿/ U$26,55
Desvantagem: O preço, custa mais caro do que se você fizer a mesma coisa sozinho, por sua conta.
Vantagem: Você chega mais rápido, a viagem não é tão cansativa e não passa o stress de ficar horas “extras” no ônibus sem necessidade, que demora para chegar e não precisa ficar negociando com o táxi na fronteira, a agência cuida de tudo.

3) De minibus até a fronteira + visto incluso no preço + táxi para 4 pessoas depois da fronteira até Siem Reap, comprando em agências.
Tempo de viagem: 6 horas de viagem
Quanto custa: 1.800 ฿/ U$59,75
Desvantagem: O preço. Custa mais caro do que se você fizer a mesma coisa sozinho, por sua conta.
Vantagem: Você já pagou tudo e pronto, não precisa se preocupar com nada e ainda não vai ficar pensando que tem uma máfia por trás de tudo.

O que fizemos...
4) Compre somente o minibus até a fronteira e depois faça o visto e pegue táxi até Siem Reap por sua conta.
Como funciona: Chegando em Aranya Prathet, a cidade fronteira o minibus para um pouco antes da fronteira, em uma “agência” parceira deles, você desce, uns moços da agência tentam te convencer a fazer o visto com eles, pagando mais caro (U$30 a U$40), mas não aceite, agradeça, diz que já tem o visto, para não causar stress e siga com sua mala caminhando por menos de 10 minutos até a fronteira, passe a fronteira da Tailândia, siga para a fronteira do Camboja, pegue o visto facilmente (U$20 + 100 ฿ + 1 foto 3X4), saia da sala do visto, ande alguns passos, preencha um formulário de entrada no Cambodia que vão te dar, pegue o carimbo no passaporte e saía da imigração. Ande mais um pouquinho, siga o fluxo dos turistas e pegue um ônibus gratuito que te leva para a estação de ônibus. Lá tem um guichê que vende a passagem de ônibus (U$9) ou táxi (U$12) para Siem Reap. Quando negociar o táxi, fale que está caro e faça que vai buscar outro táxi, fora da estação. Mesmo que ele fale que os táxis lá fora não são seguros, seja firme na proposta e então ele sempre abaixa. Nós pagamos U$10 por pessoa, para um táxi para 4 pessoas, sem nenhuma dificuldade e nem muita barganha. Pronto, foi tudo muito fácil, muito mais do que imaginávamos.
Dicas:
- Neste meio do caminho, entre a saída da imigração da Tailândia e a entrada no Cambodia, dá a impressão que você não irá encontrar a imigração do Cambodia, tamanha quantidade de gente, hotéis e cassinos neste meio. Mas não se preocupe, depois da saída da Tailândia é só continuar andando um pouco, por volta de 200 metros e você chegará à sala de visto para o Cambodia, está ao seu lado direito.
- Prefira ir de Táxi.
Tempo de viagem: 4 horas de viagem até a fronteira + 2 horas de viagem de táxi ou 5 horas se escolher ir de ônibus.
Quanto custa: 300 ฿/ U$10 até a fronteira + U$10 do táxi ou U$9 do ônibus.
Desvantagem: Você tem que cuidar de tudo depois da fronteira e o visto na fronteira.
Vantagem: Você fica independente. Nós fizemos essa escolha e foi ótimo, tudo muito fácil e rápido, não nos cansamos muito e chegamos cedo em Siem Reap.

* Onde comprar as opções de transportes acima: Nas agências de Bangkok. Na Kaosan Road, tem várias agências, com preços melhores do que as agências dos hotéis. Sempre pedem mais do que o valor real, então pechinche!

5) Ir de trem até Aranya Prathet (cidade fronteira, na Tailândia)
Como funciona: Chegando em Aranya Prathet, pegue um tuk tuk até a fronteira, saia da Tailândia e depois siga o mesmo caminho do item 4.
Onde pegar o trem em Bangkok: Na estação Thonburi Railway Station. Dá para chegar lá de tuk tuk se você estiver na região da Kaosan Road ou de barco, parando no ponto Tha Rodfai.
Onde Comprar: Na própria estação, na hora mesmo.
Tempo de viagem: 6 horas de viagem de trem até a fronteira + 2 horas de viagem de táxi ou 5 horas de ônibus.
Quanto custa: 50 ฿/ U$1,70 de tuk tuk até a estação de trem, se você estiver na região da Kaosan Road + bilhete de trem até a fronteira, 222 ฿/ U$7 para 1º classe, 111 ฿/ U$3,70 para 2º classe e 48 ฿/ U$1,60 para 3º classe + 70 ฿, do tuk tuk da estação de trem até a fronteira + U$10 de táxi ou U$9 de ônibus até Siem Reap.
Desvantagem: Você tem que fazer tudo sozinho e a viagem de trem são 2 horas mais longas.
Vantagens: O trem é muito mais confortável do que o minibus, é a maneira mais barato de ir para Siem Reap e você fica totalmente independente para fazer tudo do seu jeito e no seu tempo. Depois pegando um táxi, chega rapidinho em Siem Reap.
Dica: O motorista do tuk tuk, por várias vezes vai tentar te levar até as agências que fazem visto, não acredite nele, diga que não e seja firme dizendo que quer ir para a fronteira!

As melhores opções em nossa opinião...
- Se você quer economizar, mas viajar tranquilo escolha a opção 4 ou 5, indo de táxi.
- Se você não quiser se preocupar com nada e não se importar de pagar um pouco mais, escolha a opção 3, que ainda será muito mais barato que ir de avião.
Comparando os valores: De minibus + visto + táxi = U$59,75, contra U$263 + U$20 do visto no aeroporto = U$283.

O que é bom saber se você quiser fazer tudo sozinho
- Não acredite nas agências que tem pelo caminho, até a imigração e não de ouvido para o que os vendedores de visto falam. O departamento de visto oficial da imigração do Cambodia, fica só depois que você passar pela imigração, sair da Tailândia e entrar na área do Cambodia. Todas as placas que anunciam fazerem vistos antes da imigração da Tailândia não é oficial, são agências! É tudo sinalizado, é tranquilo, não tem problema algum, só tem que estar atento e esperto sempre.
- Nesse trajeto manjado entre Bangkok e Siem Riep, podemos dizer que existem verdadeiros “profissionais do turismo”, nada acontece à toa, tudo é programado para levar o seu dinheiro! Para fugir dos golpes, basta ficar esperto, mas muito esperto, senão a hora que você vê, sem perceber, já caiu no golpe, já preencheu o primeiro formulário que te deram pagando o dobro pelo visto ou já está hospedado em um hotel que escolheram para você, pagando mais e dando comissão a eles. Eles são lisos e é inacreditável como sabem fazer bem feito, sem agredir, sendo “gentis” e delicados”. Aplicam o golpe perfeitamente e é ai que você tem que estar ligado em tudo, sem poder distrair! Não acredite neles, inventam e mentem com a maior naturalidade, principalmente os cambojanos, para te levar para os hotéis.
- Chegue em Siem Reap, com a reserva de hotel, ou pelo menos tenha em mãos o nome e endereço de algum hotel que pesquisou e gostou e fale para o motorista do tuk tuk, que tem reserva e já pagou. Eles dizem que o hotel é longe, fora do centro, que as informações que o hotel oferece na internet sobre a localização está errada e tudo que você nem imagina para fazer você desistir do seu hotel, por isso fale que já pagou e pronto. Nunca acredite no que eles dizem, eles tem todo um jeitinho e se bobear, te convence facinho, facinho.
- Mesmo que vier de táxi, você não estará livre do golpe do hotel. Aqui vai um história que aconteceu: Fomos de táxi da fronteira até Siem Reap e dividimos o táxi com um casal Inglês/Coreana. Chegando em Siem Reap o táxi foi virando em uma rua e quando demos conta ninguém tinha dado o endereço do hotel ao motorista e ele já foi parando em um lugar, o motorista desceu do táxi, não disse uma palavra e logo chegou um moço e disse: - Daqui o tuk tuk levará vocês de graça ao hotel. E já foi falando ao casal Inglês que o hotel deles era longe, blá, blá, blá, e nós falamos que o nosso era no centro e ficamos firme, o inglês falou que queria ir com a gente, e o moço colocou cada casal em um tuk tuk, além do motorista veio um acompanhante cambojano junto, o nosso tuk tuk foi saindo na frente, falamos que era para ele esperar o Inglês e o nosso motorista dispersou do outro tuk tuk que estava o Inglês, disse que iria abastecer e que depois iria para o nosso hotel e ainda o cambojano disse: - Vocês não acreditam em mim, logo logo o inglês estará aqui no hotel. Nunca mais vimos o inglês. Como eles não levariam comissão no nosso hotel, fizeram de tudo para levar do hotel do inglês, já que eles perceberam que estava mais fácil de convencer ele.
Esse povo é louco por dinheiro e tem todo um jeitinho que faz você acabar acreditando que são coitados!
- Nos fizemos o nosso visto no consulado do Camboja em Bangkok, mas não tem necessidade, pelo que vimos na fronteira, estava super tranquilo as pessoas pegaram rapidinho e nem tinha fila!
- O melhor é ir da fronteira até Siem Reap de Táxi.
- O único problema neste trajeto são eles quererem levar um pouco mais do seu dinheiro. Mas do resto não existe perigo algum, não tivemos medo e nem nos sentimos ameaçados em momento algum.

Consulado do Cambodia em Bangkok
Endereço
: n 185 Rajddamri Road Lumpini Patumwan, Bangkok 10330.
Como chegar: desça na estação do metrô Huai Khwang, na saída para Pracharat Bamphen Road, na exit 1. Chegando lá fora, pegue na rua ao seu lado esquerdo e para a direção no sentido esquerdo, táxi, tuk tuk ou camionete coletiva vermelha (pergunte se ela vai pra lá). São um 20 minutos dali de carro.
Horário de funcionamento: das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00, de Segunda à Sexta.
Quanto custa: U$25 para ficar pronto em 20 minutos e U$20 + 100
฿ = U$23 para ficar pronto em 3 dias úteis.
O que precisa levar:1 foto 3X4 e 1 cópia do passaporte.

02 Setembro, 2011

Ilhas Andaman, um paraíso na Índia


Praia linda + bangalô de bambu + preço de banana, perfeito!
Jeito indiano de tomar banho de mar
Bangalôs do Coconut Grove
Uma cama gostosa, mosquiteiro, um lindo visual do mar, a partir da janela do quarto e nada mais! Pra quê mais?
Bangalôs do vizinho, Emerald Gecko
Mercado de peixes, você compra o peixe aqui e o bar da frente prepara para você grelhado na folha de bananeira, uma delícia!!! O mercado funciona das 14h30 até o último peixe.



As Ilhas Andaman e Nicobar são longe de tudo, no meio do nada, entre a Índia e o Sudeste Asiático, a 1.200 quilômetros do continente indiano, mas bem perto da Tailândia e do Mianmar.  
Pouquíssimas pessoas no mundo sabem sobre o arquipélago. E mesmo tão próximas das movimentadíssimas Phuket, Phi Phi e Krabi, na Tailândia, as Ilhas Andaman continuam quase desconhecidas. O motivo? Provavelmente porque chegar em Andaman não é nada fácil, só se chega via Índia (de nenhum outro país), e partindo só das cidades Chennai ou Calcutá.
E o que atrai os poucos turistas, assim como nós, que em suas vindas a Índia dão uma esticada até aqui é o combinação praias bonitas, mar verde claro, com águas calmas, transparentes, praias vazias, quase desertas e exclusivas, sem ninguém por perto e cercadas de coqueiros. É um dos melhores lugares no mundo para mergulhar, graças ao seu isolamento, água clara e cristalina e também pelos seus magníficos corais e ainda com bangalôs de bambu, pé na areia, a preços de “banana”. Perfeito!
O melhor é combinar Andaman com a Índia! Apesar de um lugar precioso, viajar até aqui isoladamente, definitivamente não é um destino que justifica a vinda, o mar é o mesmo que banha as praias de Phuket, Krabi, Koh Phi Phi, na Tailândia, só que ao contrario de lá, quase sem turistas. O que muda são os bangalôs rústicos, o fato de estar em uma ilha na Índia e o orgulho e o prazer de ter vindo em uma ilha quase desconhecida pelo mundo, quase deserta e com pouquíssimos turistas.

Como chegar
Só se chega aqui partinho das cidades Chennai ou Calcutá, na Índia. São 2 horas de vôo de Chennai ou Calcutá até Port Blair, a capital de Andaman e chegando lá são mais 2 ½ horas de barco, para chegar à ilha de Havelock.  
O melhor é ir de avião. As cias aéreas locais Kingfisher, Jet AirwaysJet Lite e Air India, operam vôos diários até Port Blair, a capital das Ilhas Andaman. Pesquise também na skyscanner.

Quanto custa a passagem para chegar aqui?
De Chennai (Índia), custa por volta de U$350 ida e volta.
De Calcutá (Índia), custa por volta de U$445 ida e volta.
O preço da passagem, depende muito de quanto tempo com antecedência você irá comprar.  
Nós compramos com a Kingfisher, de Delhi- Chennai- Port Blair, ida e volta custou U$410 por pessoa, com taxas inclusas.

Qual ilha escolher?
O arquipélago tem 572 ilhas, apenas 36 são habitadas, mas turistas só tem permissão para ir em 12 ilhas para passar o dia (onde não é permitido dormir) e em apenas 10 ilhas para dormir.
Apesar de ter outras lindas ilhas, Havelock é o destino principal dos turistas, tanto dos estrangeiros, como dos muitos indianos, é a mais infra-estruturada, com hotéis, restaurantes... Nós fomos para Havelock

Algumas outras ilhas em Andaman... onde turistas podem ir
- Ilha de Neil está a 40 minutos de Havelock e 1h30 de Port Blair, a vida lá é muito mais calma, a ilha é menor e com menos infra-estrutura que a de Havelock, é linda também, mas bem mais rústica. Partem barcos de Port Blair diariamente as 6h30 e 11h30, a viagem demora por volta de 2 horas e custa Rs195/ U$4,30. 

- Ilha Jolly Buoy e a Ilha Red Skin, são dois excelentes destinos para snorkel, mas não são abertas para visitação o ano todo, é preciso checar! Turistas não tem permissão para dormir nessas ilhas, só é possível ir até lá para passar o dia. É preciso pegar um ônibus em Port Blair para a vila de Wandoor (29 km, em 1½ de viagem), de lá sai barcos para as ilhas. Da vila de Wandoor, partem barcos também para Mahatna Gandhi Marine National Park, mas turistas só podem ir lá com uma permissão adicional.

- Little Andaman, é ideal para surf. Tem somente um barco por dia, partindo de Port Blair, as 6h15, a passagem custa só Rs65/ U$1,42, (não conseguimos entender porque é tão barato, já que é tão longe), são de 7 a 8 horas de viagem e o barco está sempre lotado.

*Se você planeja ir em alguma ilha que necessita de permissão adicional, procure o Andaman & Nicobar Tourism Office, em Port Blair para todas as informações e para solicitar a permissão adicional. Não é sempre que autorizam e sempre tem um custo, por exemplo, a permissão extra para Mahatna Gandhi Marine National Park custa Rs50/U$1 para indianos e Rs500/U$11 para estrangeiros. 
Endereço: Rajbhawan Secretariat Complex, Kamraj Road – Tel. 03192.232579. Veja o site Tourism Andaman

Chegando ao aeroporto em Port Blair...
...e indo para a Ilha de Havelock.
Em Port Blair, é preciso passar pelo controle de entrada de turistas, preencher um formulário e pegar uma permissão especial de visita  para permanecer na ilha, válida por 30 dias, podendo ser renovada por mais 15 dias e assim ficar em Andaman por no máximo 45 dias, sem possibilidade de extensão. A permissão é gratuita.
Depois pegue um táxi ou tuk tuk (Rs100/ U$2,20) para o porto e lá pegue um barco para Havelock.

Barcos...
...De Port Blair para Havelock
Horários: 6h20, 11h30 e 14h00, são 2h30 horas de viagem. OBS: O barco das 11h30, passa na Ilha de Neil e demora 3h30.
Preço: Rs250/ U$5.50, com menos conforto e Rs350/ U$7,50, com mais conforto, mas os dois são com assento reservado.
Duração da viagem: 2h30

...De Havelock para Port Blair
Horários: 9h00, 14h00 e 16h30.

- Tem também o barco privado, o Makruzz, que é mais confortável e mais rápido, demora 1h20, as passagens custam a partir de Rs650/ U$14,20 e sai de Port Blair para Havelock às 8h30 e de Havelock para Port Blair às 16h00, mas na altíssima temporada às vezes colocam mais de um horário por dia. Importante: Funciona só na média e alta temporada, do final de Setembro a Maio, nos outros meses do ano não funciona.

- Na alta temporada tem também a possibilidade de ir para Havelock de sea plane (hidroavião), custa por volta Rs1.000/ U$22 por trecho. Pergunte os horários no aeroporto.

Dicas:
- Fique atento, porque os horários podem alterar!
- O melhor é pegar, qualquer barco, qualquer categoria, o primeiro que tiver, para não precisar dormir em Port Blair.
- Para o retorno de Havelock para Port Blair é importante comprar a passagem com antecedência, porque é sempre lotado, mesmo na baixa temporada e o risco de não ter lugar é grande! A bilheteria do porto de Havelock abre só das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 15h00.
- Passagens antecipadas só são vendidas com no máximo 3 dias de antecedência.

Em Havelock…

Hospedagem
Opções de hospedagem não faltam por aqui, aqui vão algumas...

Dormindo em um bangalô de bambu, rústico e charmoso, no estilo do local
- Coconut Grove, é na praia 5, vizinho do Emerald Gecko, excelente opção para dormir em harmonia com o local, pagando uma pechincha. O quarto tem seu charme, apesar de simples e o melhor, está a poucos passos da praia 5. A diária custa Rs200/ U$4,38 na baixa e Rs400/ U$8,76 na alta, sem café da manhã.
- Emerald Gecko, é na praia 5 e o charme dali está no chuveiro que é ao ar livre. A diária custa desde Rs1.100/ U$24, sem café da manhã.

Dormindo com um pouco de conforto...
Barefoot Resort, é considerado o melhor hotel da ilha e o único da praia 7, mas não é pé na areia, esta a 200 metros da praia e se hospedando ali, você estará longe de tudo, super isolado, a 9 km do centro e da praia 5, só terá a vantagem de estar na praia 7!
A diária custa a partir de Rs4.500/ U$99, com café da manhã
- Wild Orchid, bangalôs de madeira, na praia 5, com diárias de Rs3.500/ U$77, na baixa e Rs7.000/ U$153, na alta, com café da manhã. Para quem quer ter um pouco de conforto, é a melhor opção da ilha, pela combinação, do quarto, hotel, localização e praia. Tudo perfeito!
- Sea Shell, é na praia 2, os quartos são excelentes, um dos melhores hotéis da ilha. Mas uma pena que a praia não é legal, cheia de pedras e não dá para tomar banho. Mas se o conforto do quarto e a beleza do hotel forem mais importantes que dormir em uma praia legal, essa é uma excelente opção. São 2 km da praia 5 e com uma scooter em 10 minutos você estará em uma praia linda. Diária a partir de Rs4.000/ U$87,60, na baixa dá para ter até 25% de desconto, com café da manhã. E-mail: info@seashellhavelock.com 

É bom saber...
- Na alta reserve antes, tudo fica lotado. Na baixa é super vazio, dá para chegar, barganhar e ficar. Mas olhe antes o preço na internet, ligue para o hotel, chegue aqui sabendo quanto custa, para que o tuk tuk que te levou, não leve comissão na diária do seu quarto!
- O melhor é se hospedar na praia 5, a praia é linda, deliciosa para banho e com um mar calmo. Está perto de tudo, do centro, restaurantes, mercadinhos...
- Alugando uma scooter, é fácil se locomover, então qualquer lugar que você ficar é tranquilo, a diferença é que dormindo na praia 5 você estará pé na areia, de uma praia linda. A praia 7 é longe, são 9 km do porto e das praias 3 e 5.
- Todos os hotéis, até os melhores não tem chuveiro com água quente, a ilha tem um grande problema de contenção de energia. Mas se isso for uma exigência, provavelmente eles providenciam baldes de água quente, para um banho de canequinha!

Comer
Os preços dos bons restaurantes são muitos similares entre eles, não alteram muito, uma refeição para 2, com bebidas custa por volta de Rs700/ U$15.
- Red Snapper, o restaurante do Wild Orchid Resort, ali tem um delicioso peixe ou camarão com curry e leite de coco (300 rúpias/ U$6,50) e outros pratos muito bem feitos, foi o melhor restaurante, com as mais saborosas comidas que tivemos na ilha!
- Barefoot At Havelock Resort Restaurant, tivemos ali um almoço, a comida é mediana, nada imperdível! Esperávamos mais por ser no melhor hotel da ilha! 
*Antes o restaurante do resort era o famoso italiano Mahua, na frente da praia 7, mas ele fechou em 2009. Agora o resort tem um restaurante lá dentro, que não se chama mais Mahua e também não é mais cozinha italiana exclusivamente. A chef italiana, continua no comando, só que agora mais eclética, com pratos indianos, thai, italiano, do mediterrâneo, café da manhã e de tudo um pouco! Talvez a mudança prejudicou a qualidade!
- B3, um restaurante com chef e dono suíço, ao lado do porto, serve pizzas feitas no forno a lenha, super bem falada por aqui. Mas é legal na alta temporada, porque na baixa o suíço provavelmente volta para sua terra e o restaurante fica quase abandonado.

As Praias de Havelock...

Radhanagar Beach ou Praia 7
É a mais famosa e para onde todos os turistas vão, tem ondas e uma praia longa. Famosa por ter sido eleita a melhor da Ásia pela revista Time, é muito bonita, mas a melhor da Ásia é um pouco demais!

Praia 5
É onde está a maioria dos hotéis, é linda, tem um mar calmo, sem onda nenhuma, parece uma piscina. Deliciosa para estender uma canga na areia, ficar ali à toa e quando der vontade, cair no mar.
*No mapa está entre a village nº 3 e a Kalapathar village.


Praia do Elefante, a Elephant Beach
É a melhor praia para fazer snorkel. Para chegar lá por terra, é no caminho para a praia 7 e é preciso caminhar em uma trilha por 40 minutos, mas se chover fica quase impossível fazer a trilha, como nos meses de Julho a Setembro, quando fica tudo alagado. O melhor é ir com os barcos que levam para fazer snorkel.

Praias 2 e 3
São cheias de pedra não dão banho.

*a distância da praia 3 e 5 até a praia 7 é em torno de 9 km.

Mergulho, snorkel e pescaria no mar... Quem leva?
- Snorkel e pescaria no mar, podem ser negociadas no porto com os próprios donos dos barcos ou nos hotéis. Cobram Rs3.000/U$66, por meio dia de snorkel, nos melhores pontos, a Elephant Beach e no Lighthouse e Rs4.000/ U$88 por 1 dia de snorkel + pescaria. Esses preços não por pessoa e sim pela saída do barco para até 7 pessoas.
- Para quem mergulha aqui é o paraíso.
Aqui vão três boas operadoras, super profissionais e com bons equipamentos:
Andaman Bubbles, fica no Wild Orchid Resort, na praia 5.
Dive India, na praia 5.
Barefoot Scuba, está na praia 3. Cobram Rs1.200/ U$26,30 por pessoa, para snorkel em 2 pontos de sua escolha entre Elephant Beach, Aquarium ou Lighthouse. E por um dia com 2 mergulhos, cobram Rs3.500/ U$76,65.

Como se locomover na ilha
O melhor é alugar uma scooter (Rs200/U$ na baixa e Rs250/U$ na alta, por dia, as informações pelo caminho são fáceis, tem sinalização, mas na dúvida é só perguntar pelo caminho Tem também quem prefere alugar bicicleta ou se locomove de tuk tuk, que cobra por volta de Rs200/ U$4,40 do percurso da praia 5 a praia 7 e Rs100/ U$2,20, do porto até a praia 5, ás vezes um pouco menos.
* Para percorrer a ilha toda pelo asfalto, do porto ou da vila principal até a Praia 7, são 12 Km e da praia 5 a praia 7, são 9km.

Rajan, o famoso elefante que nada na praia 7, em Havelock...
Hoje o Rajan está sob os cuidados do Barefoot At Havelock Resort, que paga um salário mensal para o seu dono. Se quiser nadar e tirar fotos com Rajan é só ir ao Barefoot Scuba, na praia 3 e agendar um encontro com o bichão. O show está prontinho para o turista. Mas tem um detalhe: ele só gosta de nadar em mar calmo, senão nada feito, ele não entra! Na ilha de Havelock só exitem 3 elefantes e só o Rajan sabe nadar. Segundo contam os funcionários do resort, quando Rajan era bebê, aprendeu a nadar com a sua mãe que transportava madeiras entre as ilhas de Andaman e Nicobar. 
Só o Barefoot Scuba, vende o atrativo, porque o elefante é dele, leia-se: eles alugaram o elefante. Custa Rs9.900/ U$220 para nadar ou fazer snokel com Rajan e Rs10.900/ U$240 para mergulhar com Rajan!

A melhor época para ir
Abril e Maio, são os melhores meses para ir, perfeito! Não chove, os preços já começam a diminuir, não é super lotado de turista e os Israelenses não estão mais por lá.
Junho á Agosto é baixa temporada, tudo fica vazio, os preços caem pela metade, é a época mais barato do ano, mas chove muito. Fomos no final de agosto, choveu todos os dias, quase o dia todo e aproveitamos muito pouco. Evite essa época!    
Setembro, Outubro e Novembro, a chuva diminui, os preços já começam a subir, mas ainda estão mais baixos que na alta temporada e ainda não é super lotado de turistas, são bons meses para vir. Mas os Israelenses começam a chegar/invadir e eles são muitos por aqui, onde eles ficam não dá para ficar, pelo barulho que fazem com musicas altíssimas e sempre estão em muitos e juntos!
Dezembro á Fevereiro é altíssima temporada, tudo fica super lotado e os preços dobram.

Dicas
- Port Blair é feia, só fique ali o necessário.
- Não deixe para sair da ilha no mesmo dia do seu vôo, é melhor ir embora um dia antes e dormir em Port Blair, pode acontecer algum imprevisto com o ferry e você perder seu vôo. Afinal, lembre-se que você estará na Índia.
- Ficamos em Havelock 5 dias inteiros, que são suficientes. Mas se você tiver interesse em conhecer outras ilhas, reserve mais dias!
- Em Havelock tem ATM/cash points, para sacar dinheiro. Não tem Wi Fi, mas tem algumas lan houses com internet lenta. 
- Se estiver em Chennai só em trânsito, porque seu vôo para Port Blair partirá na manhã seguinte e não quiser ir para a cidade, no aeroporto de Chennai tem uma sala do governo indiano com camas limpas e super confortáveis em quarto coletivo, homens e mulheres separados, com direito a chuveiro com água quente e ar condicionado, tudo muito limpo, apesar de simples, é ótimo para descansar ou dormir naquela noite de trânsito sem sair do aeroporto. Procure a sala do gerente do aeroporto e compre o serviço com ele, custa Rs700/ U$15,30, por uma cama e banho quente.  

Link
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...